Hoje as manifestações não estão somente nas ruas.

É fato que para começar um protesto basta ter um pequeno grupo insatisfeito com alguma questão. A fúria de alguns pode ser rapidamente identificada por outros que também sentem-se mobilizados para “incomodar” a sociedade em prol de seus direitos. Foi assim em 1992 no Brasil e agora é ainda maior, porque a manifestação não começa nem termina nas ruas. Ela está na internet, espalhada, compartilhada e apoiada pelas redes sociais e a pressão pela mudança já começa mesmo antes do grupo de rackers Anonymous. Todo mundo fala, marca os encontros, organiza a pauta e compartilha a “cobertura” em tempo real dos protestos.

Em outro artigo podemos entender melhor sobre as forças das redes sociais diante das manifestações. Leia também, O poder da mobilização através das redes sociais

 

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Fonte: Blogmídia8